Comunicação em Saúde

   Ao longo do dia a dia, centenas de vezes precisamos nos comunicar um com o outro a fim de obtenção de uma informação ou estabelecimento de uma conversa. Para tanto, utilizamos de símbolos codificados (via canal de comunicação: papel, ar etc) que devem ser reconhecidos pelo emissor e receptor da mensagem.
   Nos serviços de saúde (que atuam conforme o modelo de prestação de serviço) o estabelecimento da comunicação é de extrema importância para satisfação (subjetiva) dos pacientes. Nesse sentido, os profissionais devem comunicar-se com a clientela de forma que a mesma possa compreender a mensagem. Portanto, o profissional deve utilizar de códigos que ambos conhecem.
   Na charge acima (em que há uma sátira a contratação de médicos cubanos) fica claro um problema de comunicação onde a mãe do paciente não entende a prescrição médica. Em segundo momento, a resposta do médico com diferente idioma da mãe do paciente nos remete ao pensamento de que ambos falam idiomas diferentes, portanto, a comunicação não se estabelece de maneira correta.
   Infelizmente, problemas de comunicação são comuns nos serviços de saúde gerando problemas como ruídos e distorções. Um exemplo muito claro, em nosso dia a dia, são prescrições medicamentosas cuja equipe de saúde (farmacêuticos, enfermeiros e técnicos) não consegue entender em decorrência da grafia e, em pior das hipóteses, pode levar ao uso incorreto de medicamentos. Nesse caso específico, soluções claras já existem como a adoção de prontuários eletrônicos e impressão de receitas digitalizadas, no entanto, outros problemas também permeiam o meio dos serviços de saúde e é necessário estar atento para que não prejudiquem as metas delimitadas pelo serviço.

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