Cargo de gestão de Serviços de Saúde por Indicação Política - Um Câncer Para o SUS
Recentemente, nós do blog, realizamos uma visita técnica em um estabelecimento de saúde do SUS que preta serviços médicos de atenção secundária. Durante as conversas e questionamentos com o gestor do serviço pode-se notar uma falta muito grande de preparo do gestor para cumprir suas funções com excelência.
Foi questionado ao gestor a respeito de possíveis indicadores de qualidade que seriam utilizados para avaliar os diversos serviços prestados. Aparentando não saber muito sobre o assunto e visivelmente constrangido, o gestor respondeu que não havia indicadores, sempre colocando a responsabilidade em órgãos superiores. Pelo que foi dito e apresentado fica a impressão de que, mesmo estando quase há um ano à frente do serviço, o atual gestor se limitou a aceitar as condições exatamente como eram, sem se preocupar em melhorias. Questionado sobre como foi conseguiu o cargo que ocupa, este respondeu que foi por indicação política.
Pode-se concluir que existe uma necessidade de um projeto de lei que proibisse a indicação política para cargos de gestão de serviços de saúde municipais, assim como já existe tal projeto para cargos semelhantes em hospitais públicos federais (link para reportagem no final do texto).
Gestores despreparados, sem formação na área, ou qualquer conhecimento pertinente tornam-se apenas moedas de troca para favores políticos, impede uma melhora de qualidade dos serviços prestados e prejudicam a população assistida de forma devastadora.
http://negociosemsaude.com.br/?p=3114
Foi questionado ao gestor a respeito de possíveis indicadores de qualidade que seriam utilizados para avaliar os diversos serviços prestados. Aparentando não saber muito sobre o assunto e visivelmente constrangido, o gestor respondeu que não havia indicadores, sempre colocando a responsabilidade em órgãos superiores. Pelo que foi dito e apresentado fica a impressão de que, mesmo estando quase há um ano à frente do serviço, o atual gestor se limitou a aceitar as condições exatamente como eram, sem se preocupar em melhorias. Questionado sobre como foi conseguiu o cargo que ocupa, este respondeu que foi por indicação política.
Pode-se concluir que existe uma necessidade de um projeto de lei que proibisse a indicação política para cargos de gestão de serviços de saúde municipais, assim como já existe tal projeto para cargos semelhantes em hospitais públicos federais (link para reportagem no final do texto).
Gestores despreparados, sem formação na área, ou qualquer conhecimento pertinente tornam-se apenas moedas de troca para favores políticos, impede uma melhora de qualidade dos serviços prestados e prejudicam a população assistida de forma devastadora.
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