SAMU regional sofre com a falta de repasses
Uma notícia triste tomou conta do sul de Minas neste início de ano.
O SAMU (conforme você pode saber um pouco mais no post aqui embaixo) sofre com uma grande falta de repasse de verbas, reflexo de uma crise financeira que atinge a região - e o país como um todo - mas também de uma crise de gestão que impede a adequada organização financeira e estrutural.
Prestes a completar 3 anos de atuação, o SAMU conta hoje com uma dívida do governo de R$5 milhões em repasses atrasados desde o mês de outrubro, sendo que, com a parcela que vence ainda este mês isso pode chegar a R$6,6 milhões.
Trata-se de uma triste situação, visto que graças a este serviço, cerca de 170 atendimentos diários são realizados com o apoio das 35 bases espalhadas pela região. Entretanto, segundo informa o secretário executivo do SAMU, a população não precisa se preocupar visto que, graças as organizações internas, paralisações, por enquanto, não ocorrerão.
Mesmo se tratando do maior consórcio público de saúde em cidades atendidas, o SAMU não conseguiu escapar das dificuldades enfrentadas por uma instituição que depende de gestão e verbas públicas, sucumbindo aos desafios diários existentes em se viver - de saúde - no país.
A notícia, muito triste para nossa região, você pode conferir clicando no link abaixo.
SAMU regional sofre com a falta de repasses no sul de Minas Gerais
AUTOR: Raiana Stefanutti
O SAMU (conforme você pode saber um pouco mais no post aqui embaixo) sofre com uma grande falta de repasse de verbas, reflexo de uma crise financeira que atinge a região - e o país como um todo - mas também de uma crise de gestão que impede a adequada organização financeira e estrutural.
Prestes a completar 3 anos de atuação, o SAMU conta hoje com uma dívida do governo de R$5 milhões em repasses atrasados desde o mês de outrubro, sendo que, com a parcela que vence ainda este mês isso pode chegar a R$6,6 milhões.
Trata-se de uma triste situação, visto que graças a este serviço, cerca de 170 atendimentos diários são realizados com o apoio das 35 bases espalhadas pela região. Entretanto, segundo informa o secretário executivo do SAMU, a população não precisa se preocupar visto que, graças as organizações internas, paralisações, por enquanto, não ocorrerão.
Mesmo se tratando do maior consórcio público de saúde em cidades atendidas, o SAMU não conseguiu escapar das dificuldades enfrentadas por uma instituição que depende de gestão e verbas públicas, sucumbindo aos desafios diários existentes em se viver - de saúde - no país.
A notícia, muito triste para nossa região, você pode conferir clicando no link abaixo.
SAMU regional sofre com a falta de repasses no sul de Minas Gerais
AUTOR: Raiana Stefanutti

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